Período e gastos são considerados desde dezembro de 2022
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), passou ao menos 168 dias no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro, no Paraná, desde dezembro de 2022. O período equivale a aproximadamente 14% de todo o tempo transcorrido desde então. Apenas com as diárias dos agentes responsáveis por sua segurança nessas viagens, os gastos chegaram a R$ 548,9 mil em recursos públicos.
O levantamento é baseado em dados de pagamentos realizados pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), sediado em São Paulo, que costuma enviar equipes para escoltar o ministro durante suas estadias no resort. Embora o empreendimento esteja localizado no Paraná, é o TRT paulista que responde pela logística da segurança de Toffoli no local.
As notas de pagamento disponíveis no site do TRT-2 indicam de forma explícita a finalidade das viagens. Em uma delas, a descrição informa: “Prestar apoio em segurança e transporte para autoridade do Supremo Tribunal Federal, na cidade de Ribeirão Claro”. Procurado pelo site Metrópoles, que divulgou a informações, a Corte trabalhista não se pronunciou.
De acordo com o veículo, entre quatro ou cinco agentes são destacados para acompanhar o ministro durante as estadias. Em períodos mais longos, superiores a cinco dias, as equipes são revezadas. No fim de 2025, segundo relatos, Toffoli chegou a usar o resort para a realização de uma festa privada, que contou com a presença de um grupo de samba e do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Ronaldo Fenômeno.














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