Sou um apreciador de frases famosas, independentemente da época em que foram escritas ou proferidas. Vejo-lhes relevância, sobretudo quando revelam ou se referem a um fato situado num contexto ou momento marcante da história.
Impressiona-me constatar que algumas frases famosas, antigas, não perderam atualidade e se aplicam a acontecimentos contemporâneos.
Seria uma demonstração de que a história se repete?
Recentemente, Donald Trump, o todo-poderoso presidente dos Estados Unidos, ameaçou transformar o Irã em pó, da noite para o dia, caso o regime dos aiatolás não desbloqueasse a passagem de navios petroleiros pelo estreito de Ormuz. E de quebra, ainda exigiu a interrupção do programa de enriquecimento de urânio e sua entrega à Agência Internacional de Energia Atômica. Enquanto isso o conflito se alastra pelo Oriente Médio, sem prazo definido para terminar. No horizonte da diplomacia não se nota a perspectiva de um cessar-fogo definitivo. As pessoas continuam morrendo, vítimas de drones e bombas. É a ciência e tecnologia a serviço da morte.

Bem afirmou Denis Diderot (1713 – 1784, filósofo, escritor e enciclopedista francês): “Do fanatismo à barbárie não há mais que um passo”.
Voltaire (1694 – 1778, filósofo e historiador francês), complementou a frase de Diderot, quando disse que “A civilização não suprime a barbárie; aperfeiçoa-a”.
De Herman Hesse (1877 – 1962, escritor e pintor alemão) lemos: “Os problemas não estão aí para serem resolvidos: são apenas polos entre os quais se engendra a tensão para a vida”.
Mas, depois desses pensamentos, ainda resta algo, fruto da genialidade de Albert Einstein (1879 – 1955, físico alemão): “O mais extraordinário é que o mundo tenha sentido”.
Paremos por aqui.
Por Gilberto Silos














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