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    Vocalista do a-ha, Morten Harket revela diagnóstico de Parkinson

    Voz da canção ‘Take On Me’, o artista afirmou não ter problema em aceitar o diagnóstico, mas que enfrenta complicações

    Banda responsável pelos hits dos anos 80 Take On Me e Crying in the Rain, a a-ha usou as redes sociais nesta quarta (4/5) para compartilhar uma notícia triste para os fãs: o vocalista Morten Harket, 65 anos, enfrenta a doença de Parkinson.

    “Queridíssimo Morten, o homem com a voz mais bonita do mundo. Alma linda. Enviando a você Amor e Força do fundo do meu coração”, diz a publicação. Nos comentários, os brasileiros protagonizaram nas mensagens de apoio. “Força meu bem. Que vc (sic) consiga seguir levando sua arte e da melhor forma possível. Estamos com vc”, afirmou uma internauta.

    “Morten, te desejo forças para seguir levando sua alegria para milhares de pessoas no mundo. Que tenha muita qualidade de vida dentro da sua nova realidade. Te amamos”, comentou outra seguidora dos artistas. A banda norueguesa já fez vários shows em Brasília, incluindo apresentações em 2015 no Net Live Brasília.

    Em entrevista no site oficial da banda, Morten afirmou não ter problema em aceitar o diagnóstico: “Aceitar a doença não foi um problema. O que me atrapalhou foi a necessidade de paz e silêncio para conseguir trabalhar.” O artista segue se esforçando para que a condição piore, equilibrando medicações e lidando com efeitos colaterais.

    O último álbum do a-ha foi lançado em 2022, mas a carreira de Morten como cantor pode estar comprometida pela doença, que afeta a capacidade de apresentar-se. “Preciso ouvir os especialistas que tenho à minha disposição, que cuidam de mim e acompanham os avanços da pesquisa. Não dou conta de mais nada”, lamentou.

    O que é Parkinson?

    Conforme a Biblioteca Virtual em Saúde, do Ministério da Saúde, o Parkinson é uma doença neurológica que afeta os movimentos da pessoa. Causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita.

    A doença deriva da degeneração das células situadas na região cerebral substância negra. Essas células produzem dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos provocando os sintomas acima descritos.

    A progressão do Parkinson é muito variável e desigual entre os pacientes. Em geral, possui um curso vagaroso, regular e sem rápidas ou dramáticas mudanças, segundo o Ministério. Embora não exista cura para a doença, os sintomas e o progresso devem ser retardados.

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