O assunto dominante no momento, sem dúvida alguma, é a Copa do Mundo. A partida final deverá ocorrer no dia 19 de julho no MetLife Stadium, localizado na região metropolitana de New York/New Jersey. Até lá, muita água deverá correr por baixo da ponte que liga o mundo da emoção e esperança do futebol à realidade de cada povo.
Nós, aqui do Brasil, que já andávamos meio desconfiados das reais possibilidades de êxito da nossa seleção, fomos obrigados a cair na realidade. A Noruega, do guerreiro viking Haaland, se encarregou disso. Lá se foi o sonho do hexacampeonato. Nosso longo jejum de títulos permanece. Só nos resta voltar à realidade do nosso cotidiano. Logo em seguida as eleições ocuparão os noticiários, trazendo de volta os problemas do País e as preocupações com o nosso futuro.

Há muito tempo o Brasil é considerado um país emergente com futuro promissor. Mas a concretização desse sonho parece sempre distante.
A inflação está mais ou menos sob controle e o nível de desemprego relativamente baixo se comparado com anos mais recentes. Mas, a média do crescimento anual da economia é decepcionante. Essa realidade compromete ainda mais o futuro que nunca chega.
O investimento produtivo e na modernização é baixo considerando nossa potencialidade de recursos.
Em 2025, tanto o setor público quanto o privado, investiram 16,8 % do PIB em máquinas, equipamentos, obras de infraestrutura e qualificação profissional. É pouco. Nesse ritmo fica cada vez mais difícil acelerar nosso desenvolvimento, otimizando a quantidade e a qualidade do emprego de que necessitamos.
O investimento produtivo deve ter por objetivo criar mais oportunidades de trabalho e geração de renda para as famílias brasileiras, hoje às voltas com a pressão do endividamento. A dignidade dessas famílias deve ser respeitada mais pelas oportunidades de crescimento profissional do que pelo assistencialismo governamental.
É tema para ganhar destaque no debate político.














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