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    Feminicídio segue em alta sob o governo Lula e gera protestos

    Mortes de mulheres pela condição feminina subiu em 2023 e em 2024

    Apesar de apresentar o combate à violência contra as mulheres como uma de suas bandeiras, o governo Lula (PT) não conseguiu reduzir os índices de feminicídio no Brasil e, pelo contrário, viu os números aumentarem nos anos de 2023 e 2024, mesmo após o fim da pandemia de Covid-19, quando houve uma tendência de aumento do casos.

    De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que é publicado anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a quantidade de feminicídios em 2024, cujos dados são os mais recentes disponíveis, foi de 1.492 mulheres mortas em razão da condição feminina, resultado mais de 1% maior que os 1.475 registrados em 2023.

    O primeiro ano sob Lula, por sinal, já tinha um resultado mais de 1% pior que o do ano anterior, visto que em 2022 foram 1.455 feminicídios. Durante o governo Bolsonaro, apesar do aumento registrado entre os anos de 2019 e 2020, e entre 2021 e 2022, houve uma redução de casos entre 2020 e 2021, justamente os anos mais críticos da pandemia, quando os casos de feminicídio foram, respectivamente, de 1.354 e 1.347.

    Em meio aos seguidos aumentos de casos, grupos fizeram atos neste domingo (7) em ao menos 24 estados e no Distrito Federal em protesto contra o feminicídio. Em São Paulo, o ato aconteceu na Avenida Paulista, na altura do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e reuniu cerca de 9,2 mil pessoas, segundo o Monitor do Debate Político, da Universidade de São Paulo, e da ONG More in Common.

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