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    A queda de Maduro: O fim de uma era de destruição na Venezuela

    O ditador pagará, em vida, por todos os crimes cometidos contra um povo ordeiro e resiliente

    Não há muito tempo, a Venezuela era o país mais rico da América do Sul, abençoada com vastas reservas de petróleo, belezas naturais deslumbrantes e uma mão de obra abundante e qualificada. No entanto, com a ascensão do chavismo, iniciou-se um processo devastador de destruição econômica, que transformou uma nação próspera em um dos lugares mais pobres do continente.

    Milhares de venezuelanos, que haviam construído patrimônios ao longo de uma vida inteira de trabalho honesto, viram-se forçados a fugir às pressas do país, temendo o regime opressor e a pobreza iminente que ameaçava engolir suas famílias. O êxodo em massa tornou-se uma das maiores crises humanitárias da história recente da América Latina.

    A hiperinflação explodiu, transformando itens essenciais como papel higiênico, ovos e pão em verdadeiros artigos de luxo, inacessíveis para a maioria. Existe crime maior do que esse? Deixar um povo inteiro sem acesso ao essencial, como forma de “programa de governo”, distribuindo não riqueza, mas miséria generalizada? Exatamente o que o socialismo faz de melhor: igualar todos na pobreza.

    Na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, uma operação especial conduzida pelas forças dos Estados Unidos mudou o curso da história venezuelana. Em uma ação ousada e precisa, envolvendo ataques aéreos e forças especiais de elite como a Delta Force, Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e removidos do país.

    O ditador, que outrora se autoproclamava “Super Bigode” em desenhos patéticos exibidos na TV estatal, não será mais o “macho” que pretendia ser.

    Preso e condenado a passar o resto de seus dias atrás das grades, Maduro agora verá o Sol nascer quadrado. Diante da justiça americana, ele entregará detalhes do esquema de narcotráfico que sustentava seu regime, incluindo a venda de drogas nas Américas e sua exportação para a Europa.

    Mas o mais importante: Maduro pagará, em vida, por todos os crimes cometidos contra um povo ordeiro e resiliente, como são todos os povos da América Latina. Sua queda, aguardada e inevitável, marca o início de uma nova esperança para a Venezuela. Hoje, milhares comemoraram em toda a America.

    Maduro caiu. De podre.

    Rafael Satiê

     

     

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