Conforme estabelecido pelo TSE, o período de campanha das eleições de 2026 vai de 16 de agosto a 1º. de outubro. Por meio dela, terão os eleitores a oportunidade de conhecer os candidatos e suas propostas. Divulgação autorizada nas ruas, internet, rádio e televisão.
É importante conhecer as propostas, porque serão eleitos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Nas mãos deles estará o destino do País nos próximos quatro anos. Eles podem, por exemplo, mudar os rumos da educação no Brasil. Nosso sistema educacional há muito tempo é objeto de críticas e apontado como um dos gargalos do nosso desenvolvimento.
Um dos problemas mais ressaltados é o da baixa qualidade de ensino. Essa deficiência, segundo os especialistas em educação, está relacionada a um conjunto de fatores. Dentre eles o baixo nível de aprendizagem, atribuído à desigualdade social, infraestrutura deficiente, evasão escolar, etc.
A recente pandemia evidenciou a desigualdade digital, com muitas escolas sem internet, prejudicando os alunos oriundos de famílias de baixa renda.

O Brasil enfrenta desafios na formação profissional e valorização dos professores. Isso agrava mais ainda o problema.
A superação desses entraves demanda políticas públicas voltadas para a infraestrutura, valorização dos docentes e inclusão tecnológica.
A Constituição Federal determina aos Estados, Distrito Federal e municípios investir obrigatoriamente no mínimo 25% de sua receita de impostos no desenvolvimento do ensino. A União deve aplicar ao menos 18% da receita líquida de impostos na educação.
A considerar essa obrigatoriedade de investimentos, conclui -se que não há carência de recursos. O que está faltando então?
A educação de qualidade é essencial para a formação do ser humano e desenvolvimento do País.
Agora é o momento de saber dos candidatos qual é o grau de prioridade da educação em seus programas de governo.
Por Gilberto Silos














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