Neste mundo cada vez mais sujeito ao dissenso, talvez o único consenso possível seja admitir Donald Trump como a personalidade mais comentada em todas as latitudes.
Afinal, quem é Donald Trump?:
Um patriota norte-americano, disposto a tornar realidade seu mote de campanha: “Make America Great Again” (“Faça a América Grande Novamente”)?
Um político megalomaníaco, capaz de desrespeitar, sem o menor pudor, o Direito Internacional, ameaçando outras nações com todo tipo de chantagem para atingir seus objetivos?
Um empresário tarimbado, ambicioso, pragmático e hábil negociador que, ao tornar-se presidente da nação mais poderosa do mundo usa esses atributos para levar vantagens, beneficiando sabe-se lá que grupos?
Um excêntrico, cujo poder atual lhe permite satisfazer sua vaidade e caprichos?
A biografia de Trump surpreende. Nesta vida ele já fez um pouco de tudo, ou um pouco de muito.
Começou sua carreira em 1968 na imobiliária de seu pai. Depois, com a Trump Organization, deslanchou numa sucessão de grandes negócios imobiliários, hotéis, cassinos, competições esportivas, clubes privados, onde não lhe faltaram problemas com a Justiça. Ganhou e perdeu dinheiro, com ameaças de falência e acusações de fraudes.
Em 1996 comprou os direitos do Concurso de Miss Universo, o que lhe valeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, por produzir o programa na NBC.

Tornou-se uma estrela televisiva ao apresentar o programa “The Apprentice, de 2004 a 2015. Foi comentarista convidado no programa Fox & Friends.
Enfim, isso é apenas um resumo bem simples do que Trump andou fazendo como homem de de negócios, investidor e comunicador. Uma trajetória onde não faltaram controvérsias e polêmicas.
A atividade política declarada de Trump começou no final da década de 1980, pelo Partido Republicano. Concorreu oficialmente à presidência quatro vezes, saindo-se vitorioso em 2016 e 2024.
Depois de ameaças à ordem econômica mundial com o tarifaço, de desrespeito à soberania da Venezuela e de tantas decisões polêmicas, a bola da vez agora é a Groenlândia. Boa sorte aos ameaçados!
Por
Gilberto Silos














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