Ministro é atualmente o relator das investigações sobre o banco na Suprema Corte
Um fundo de investimentos que possui ligação com a rede investigada no suposto esquema de fraudes envolvendo o Banco Master aparece como sócio de empresas ligadas a familiares do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os vínculos envolvem irmãos e um primo do magistrado.
O mesmo fundo também surge como investidor da DGEP Empreendimentos, incorporadora imobiliária instalada na mesma cidade paranaense. Entre os sócios da empresa, ao menos até o meio do ano passado, estava um primo de Dias Toffoli, Mario Umberto Degani, conforme registros societários analisados.
Apesar da conexão indireta, o Arleen Fundo de Investimentos não é alvo de investigação pelas autoridades até o momento. As informações foram reveladas pelo jornal Folha de S.Paulo com base em documentos oficiais e dados públicos.
Em nota, a defesa de Vorcaro afirmou que não há irregularidades envolvendo o Banco Master e negou qualquer participação da instituição em esquemas fraudulentos ou fundos ilícitos. Segundo a defesa, o banco “nunca foi gestor, administrador ou cotista” dos fundos de investimento citados. Procurados, Dias Toffoli e seus familiares não se manifestaram.
Dias Toffoli é o relator do inquérito que investiga as supostas fraudes envolvendo o Banco Master no STF. Desde que assumiu o caso, o ministro determinou sigilo sobre o processo e convocou uma duramente criticada acareação entre investigados e um diretor do Banco Central responsável pela fiscalização do sistema financeiro.














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