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    Trump avalia sanções contra Moraes por censura e perseguição política a Bolsonaro

    Medidas contra ministro do STF podem incluir questões econômicas, como bloqueio de bens e contas nos EUA, além de proibição de entrar no país

    O secretário do Departamento de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse nesta quarta-feira (21/5) que os Estados Unidos avaliam a possibilidade de criar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por censura e perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

    “Isso está sob análise no momento e há uma grande possibilidade de que aconteça”, disse Rubio em um depoimento na Comissão de Relações Exteriores do parlamento americano, após ser questionado pelo depu

    Mills alega que Moraes pode ser alvo da Lei Magnitsky — legislação que permite que o governo norte-americano possa punir autoridades que tenham violado os direitos humanos.

    As sanções podem incluir questões econômicas, como bloqueio de bens e contas nos EUA, além de proibição de entrar no país.

    “Nós temos visto uma censura generalizada e perseguição política a toda a oposição, incluindo jornalistas e cidadãos comuns. E o que estão fazendo agora é uma iminente prisão por motivos políticos do ex-presidente Bolsonaro. Essa repressão se estende para além das fronteiras do Brasil e atinge indivíduos em solo americano”, argumentou o deputado.

    A situação acontece em meio ao avanço das investigações que apuram o envolvimento de Bolsonaro em uma trama golpista para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O descontentamento com decisões do ministro tem motivado pedidos de retaliação por parte de parlamentares norte-americanos.

    Essa não é a primeira vez que Moraes é alvo de pressões por parte do governo dos EUA. Em fevereiro, o Departamento de Estado divulgou uma mensagem com referências explícitas à determinação feita pelo ministro para a exclusão de contas de bolsonaristas em redes sociais.

    À época, o órgão afirmou que “bloquear o acesso à informação e impor multas a empresas sediadas nos EUA por se recusarem a censurar pessoas que vivem nos Estados Unidos é incompatível com os valores democráticos, incluindo a liberdade de expressão”.

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